SUCESSÃO

A legitimidade de uma Igreja de fé Católica pressupõe uma sucessão histórica de fé e autoridade emanada dos Apóstolos de Jesus Cristo. A isso se chama de SUCESSÃO APOSTÓLICA.

Por isso, qualquer clérigo ordenado pode compor uma linha de sucessão da ordem recebida, desde o seu bispo ordenante, até chegar a um daqueles Apóstolos.

Assim acontece com a Igreja Católica Apostólica Brasileira. Para simplificar, iniciemos nossa sucessão a partir do Papa Romano, Leão XIII, que tinha como Secretário de Estado o Cardeal Mariano Rampolla.

Papa Leão XIII
Papa Leão XIII
Cardeal Mariano Rampolla
Cardeal Mariano Rampolla

O Cardeal Rampolla, pela imposição de suas mãos, sagrou bispo o pernambucano dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque, que foi arcebispo de São Paulo e viria a ser o primeiro Cardeal da América Latina.

Dom Joaquin Arcoverde de Albuquerque
Dom Joaquin Arcoverde de Albuquerque

O Cardeal Arcoverde sagrou, por sua vez, o bispo Dom Sebastião Leme da Silveira Cintra, que foi arcebispo do Rio de Janeiro e cardeal da Igreja Romana.

Dom Sebastião Leme da Silveira Cintra
Dom Sebastião Leme da Silveira Cintra

O Cardeal Sebastião Leme transmitiu seus poderes apostólicos ao bispo Dom CARLOS DUARTE COSTA, hoje São Carlos do Brasil, que fundou a pessoa jurídica da ICAB.

Dom Carlos Duarte Costa
Dom Carlos Duarte Costa

São Carlos do Brasil sagrou, então, os oito primeiros antístites da Igreja Católica Apostólica Brasileira que, nas suas ações missionárias, foram transmitindo a apostolicidade católica aos demais bispos icabenses.

A partir daí, cada nova ordenação episcopal realizada pelos sucessores desses oito primeiros pontífices perpetuou e continua perpetuando a obra pastoral iniciada por São Carlos do Brasil, através de uma Igreja tão essencialmente católica quanto nacional, repetindo o modelo autônomo e Néo-testamentário das primeiras comunidades cristãs estabelecidas pelos Apóstolos de Jesus.

É inquestionável, por isso mesmo, a apostolicidade de nossa Igreja, comprovadamente transmitida sem interrupção, desde os Santos Apóstolos até os nossos dias, na incansável tarefa de “pregar o Evangelho a todas as criaturas”, cf. Mc.16,15.